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Blog

  • Os verdadeiros impactos da construção civil | Custos

    Publicado em 09/03/2010 por | Nenhum comentário

    custos

    CUSTOS

    “O custo de uma construção mais sustentável pode ou não ser maior do que a da convencional, dependendo de vários fatores, tais como a localização da obra e o nível de sustentabilidade que se pretende”, diz a arquiteta Silvia Manfredi, diretora da ANAB Brasil [Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica].

    Segundo ela, a sustentabilidade deve priorizar o desenvolvimento de um bom projeto de arquitetura. “É o projeto que definirá as estratégias bioclimáticas, priorizando soluções visando a eficiência energética e conforto; o uso de sistemas e tecnologias para redução do consumo de água; e, principalmente, a otimização dos recursos utilizados na obra.

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  • Os verdadeiros impactos da construção civil | Informalidade

    Publicado em 08/03/2010 por | Nenhum comentário

    Continuando…

    informalidade

    INFORMALIDADE

    Um dos pilares da sustentabilidade, a qualidade de vida que inclui a dos trabalhadores do setor, é amplamente desrespeitada no Brasil pela construção civil, flagrada em elevada escala de informalidade: cerca 40% dos R$ 160 bilhões gerados anualmente pela atividade é informal. As consequências vão desde a perda de arrecadação fiscal até o desperdício de materiais, resultando em má qualidade das unidades produzidas e aumento da demanda por recursos ambientais para reparar os problemas existentes. Segundo Vanderley John, professor-doutor em engenharia civil da Escola Politécnica da USP e conselheiro do CBCS, 72% dos trabalhadores estão alocados na construção informal, privados dos direitos sociais e apresentando apenas 25% da produtividade dos trabalhadores da construção formal, e apenas 44% da produtividade média dos trabalhadores brasileiros. “O maior entrave para a introdução de práticas mais sustentáveis é certamente a informalidade. Não existe sustentabilidade sem respeito completo ao contrato social vigente. A informalidade reduz dramaticamente o potencial de fazer política pública e até de cumprimento dos contratos”, comenta o professor, que recomenda aos interessados em selecionar fornecedores que atuam formalmente, uma visita à ferramenta ‘Seis Passos’, no site do CBCS.

    … e ainda tem mais!!!

    Texto retirado da Redação AECweb .


  • Os verdadeiros impactos da construção civil | Energia e Água

    Publicado em 05/03/2010 por | Nenhum comentário

    Agora o texto é sobre… ENERGIA E ÁGUA

    “Hoje, aproximadamente 40% da energia mundial são consumidas pelos edifícios”, diz Scillag, explicando que o consumo energético nas edificações ocorre em dois momentos. Na etapa pré-operacional ou de energia embutida, aquela da extração e fabricação de materiais, do transporte até a obra e da construção do edifício. “Porém, a etapa em que a edificação mais consome energia é durante sua ocupação, em manutenção e demolição”, diz. O consumo de energia é diferente dependendo do setor – comercial, público ou residencial. O consumo de energia elétrica do setor residencial no Brasil é o mesmo que o consumo somado do setor público e comercial.

    Essa é uma das maiores oportunidades para construção civil mundial no combate as mudanças climáticas. No Brasil, por exemplo, as edificações consomem anualmente 44% do total de energia elétrica do País. O caminho para alcançar a eficiência energética é o investimento em projetos bioclimáticos com uso, quando possível, de energias renováveis”, recomenda. Com o  uso racional de recursos é possível reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia e de água.

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  • Os verdadeiros impactos da construção civil

    Publicado em 04/03/2010 por | Nenhum comentário

    Fundamental par971569_515476468560255_573593394_na o desenvolvimento do Brasil, setor responde por 75% do que é retirado do ambiente.  Um dos mais importantes setores da economia, a construção civil é essencial ao desenvolvimento no país, sendo responsável por mais de 2,327 milhões de empregos diretos e indiretos, de acordo com pesquisa do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV (Fundação Getulio Vargas). Em contrapartida, o setor se caracteriza como um dos que mais consomem recursos naturais, desde a produção dos insumos utilizados até a execução da obra e sua operação ao longo de décadas. No Brasil, apropria-se de 75% do que é extraído do meio ambiente.

    RESÍDUOS E CANTEIRO

    Apoderando-se dos recursos naturais, o setor é também, entre todas as atividades produtivas, o maior gerador de resíduos. Segundo Diana Scillag, diretora do CBCS [Conselho Brasileiro de Construção Sustentável], de tudo o que extrai da natureza, apenas entre 20% e 50% das matérias-primas naturais são realmente consumidas pela construção civil. Dados revelam que o volume de resíduos gerado (entulho de construção e demolição), chega a ser duas vezes maior que o volume de lixo sólido urbano. O economista e mestre em tecnologia ambiental Elcio Carelli, da empresa Obra Limpa, afirma que 60% do total de resíduos produzidos nas cidades brasileiras têm origem na construção civil. “Em São Paulo, estima-se a geração de 17 mil toneladas/dia de resíduos, sendo que 30% vêm da construção formal e o restante da informal”, diz ele. A produção de materiais de construção é, ainda, responsável por poluição que ultrapassa limites tolerados em poeira e CO2. O processo produtivo do cimento necessariamente gera o gás carbônico, um dos principais causadores do efeito estufa. Para cada tonelada de clinquer (componente básico do cimento) produzido, mais de 600 kg de CO2 são lançados na atmosfera. Junte-se o sedimento ambiental da produção de outras indústrias com o crescimento mundial da fabricação de cimento, o resultado é que a participação do insumo no CO2 total mais que dobrou no período de 30 anos, entre 1950 e 1980. Outros materiais usados em grande escala têm problemas similares. Scillag afirma que “a reciclagem é prática ideal de transformação para reduzir o volume de extração de matérias-primas, através da substituição por resíduos reciclados, redução de áreas destinadas a aterros, redução de energia referente ao processo de extração, além de possibilitar o surgimento de novos negócios”.

    E continua…

    Texto retirado da Redação AECweb .


  • Um balanço de 20 anos de Desenvolvimento Sustentável

    Publicado em 03/03/2010 por | Nenhum comentário

    Como estava o planeta há 20 anos, no que tange a meio ambiente e desenvolvimento econômico? Foi para descobrir como andava a relação entre ser humano e a Natureza que a ONU, através de sua Comissão Mundial sobre Meio Ambiente, encomendou em 1987 o relatório “Nosso Futuro Comum”, hoje mais conhecido como Informe Bruntland. A partir desta comissão, surgiram as primeiras políticas globais para o meio ambiente, assim como a definição mais conhecida de desenvolvimento sustentável: “Desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações em satisfazer suas próprias necessidades”.

    Três áreas chave foram identificadas como fundamentais para o desenvolvimento sustentável:

    a) Crescimento econômico e equidade, visando integrar todas as nações;

    b) Preservação do meio ambiente, de forma a atender as necessidades atuais, reduzir o consumo de matérias-primas, estancar as fontes de poluição e garantir a existência de um habitat natural para as gerações futuras;

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  • Cidades em Transição

    Publicado em 01/03/2010 por | Nenhum comentário

    CRIS

    O movimento das Cidades em Transição, ou Transition Towns, foi criado pelo inglês Rob Hopkins com o objetivo de transformar as cidades em modelos sustentáveis, menos dependentes do petróleo, mais integradas à natureza e mais resistentes a crises externas, tanto econômicas como ecológicas.

    Hoje o movimento se faz presente em 14 países do mundo. Já são mais de 8.000 iniciativas de Transição (em cidades, bairros e até ilhas) e 110 cidades oficiais preparando-se para a Transição.

    As Iniciativas de Transição criam um processo promissor que engaja pessoas, comunidades, instituições e cidades para, juntos, pensarem e implementarem as ações necessárias de curto e longo prazo para enfrentar duas questões emergentes que já começam a se fazer sentir: as Mudanças Climáticas e o Pico do Petróleo.

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  • Habitat

    Publicado em 25/02/2010 por | 3 comentários

    habitats

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    O termo habitat provém da ecologia, e inclui muitas características interrelacionadas, nomeadamente a imediata física meio ambiente, o urbano ou o ambiente social. O original habitat natural da espécie humana foram os grandes vales fluviais do mundo, tais como o Nilo, Tigre-Eufrates, Amarelo, Ganges, Amazonas, Mississippi, etc. Na pré-história, os rios foram utilizados como uma fonte de água fresca e alimento (peixes e caça de animais), bem como um lugar para lavar, e um esgoto. Os rios esculpiram os vales. Os vales bloquearam os ventos e daram sombra aos habitantes, criando temperaturas frias durante o dia, e temperaturas mais quentes à noite. As primeiras civilizações cresceram a partir destas comunidades dos vales de rios.

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  • Precicle!

    Publicado em 12/02/2010 por | Nenhum comentário

    precycle

    PRECICLE !

    Você sabe o que é preciclar?

    É muito simples!

    É pensar antes de comprar. 40% do que nós compramos é LIXO. São embalagens que, quase sempre, não nos servem para nada, que vão direto para o lixo aumentar os nossos restos imortais no planeta.

    Poderia ser diferente? Tudo sempre pode ser melhor. Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins.

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